LULA REELEITO: A FORÇA DAS RUAS, O AXÉ DAS ENCRUZILHADAS E A VITÓRIA DA DEMOCRACIA!
A vitória que ecoa nas ruas, pulsa nas encruzilhadas e renova a esperança do povo brasileiro! Uma vitória que representa a força da democracia, o respeito à diversidade e a luta por um Brasil onde todas as vozes sejam ouvidas e todos os direitos sejam respeitados.
POVOS DE MATRIZ AFRICANAINTER-RELIGIOSOPOLITICA
Tata Darlan dy Oxossi - Darlan Aragão Evangelista
10/27/20262 min read


A democracia se fortalece quando o povo ocupa as ruas, levanta sua voz e reafirma que nenhum direito conquistado será silenciado! A vitória de Lula representa, para muitos brasileiros, a renovação da esperança e a possibilidade de avançarmos na construção de um país mais justo, plural e democrático.
Os povos de terreiro e de matriz africana carregam em sua história a resistência dos nossos ancestrais, a força da nossa identidade e a sabedoria de uma fé que atravessou séculos de perseguição sem jamais perder sua essência.
Não aceitaremos o racismo religioso, a intolerância nem qualquer tentativa de apagar nossas tradições. Nossos tambores têm voz, nossas folhas têm memória, nossos terreiros têm história e nossas encruzilhadas representam caminhos de luta, transformação e esperança.
“A eleição de Lula tira de nossos corpos o medo da morte e reacende em nossos corações a esperança de viver com dignidade, liberdade e o direito de existir sem medo.”
Para os povos de terreiro e de matriz africana, que historicamente enfrentam o racismo, a intolerância religiosa e a violência, a democracia também significa poder viver a própria fé, honrar os ancestrais e caminhar pelas ruas de cabeça erguida.
Porque nossos corpos não nasceram para viver sob ameaça, nossos terreiros não nasceram para se esconder e nossa ancestralidade jamais será silenciada.
Agora é tempo de compreender que a disputa política também acontece nas redes sociais. A esquerda começa a reconhecer, cada vez mais, que o território digital é um espaço de disputa de narrativas, produção de sentidos e construção de consciência política.
Se antes nossas lutas ocupavam as ruas, as praças, os sindicatos, as universidades e os terreiros, hoje elas também atravessam as telas, os algoritmos e as redes que conectam nossos corpos, nossas vozes e nossas experiências.
Nossos corpos estão nas ruas, mas também estão virtualizados. E é nesse território que precisamos permanecer atentos, críticos e vigilantes. Cada publicação, cada compartilhamento e cada discurso pode contribuir para ampliar o debate público, mas também pode reproduzir desinformação, preconceitos e discursos de ódio.
Para nós, povos de terreiro e comunidades de matriz africana, essa atenção é ainda mais necessária. O racismo religioso não se manifesta apenas nos espaços físicos: ele também circula nas plataformas digitais, por meio de ataques, estigmatizações e tentativas de deslegitimar nossas tradições ancestrais.
A luta não termina quando saímos das ruas. Ela continua nas telas, nas palavras, nas imagens e nas narrativas que disputam o futuro da nossa sociedade
Corpos atentos. Mentes críticas. Ancestralidade viva. Democracia em movimento.
